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Feriado de Corpus Christi 2009 – 4º dia

Buenos Aires, Argentina

Quarto dia – 13 de junho de 2009

Esse foi com certeza o melhor dia da nossa estadia em BsAs. O dia amanheceu sem nenhuma nuvem no céu e com um friozinho na intensidade adequada. Foi o dia escolhido para o roteiro padrão clássico, ou seja, para conhecer as atrações principais tais como o Obelisco e a Casa Rosada.

Após o já costumeiro contrabando de doce-de-leite matinal, nos equipamos para mais uma caminhada. A Paty já saiu do hotel com os “feiozinhos”, de forma que não teríamos problemas como o ocorrido no dia anterior. Câmera fotográfica no pescoço e guia da cidade na mochila, impossível parecer mais com um turista.

Chegamos na Avenida 9 de Julio e seguimos por ela em direção à Plaza de La República. O Obelisco já era bem visível mais adiante. Seguimos pelo centro dessa via, que é uma das mais largas do mundo, até a calle Viamonte. Nesse local fica localizado o famoso Teatro Colón. Infelizmente, o local estava sofrendo uma reforma completa e só foi reaberto em 2010. De qualquer forma, já foi possível ver que vale a visita em uma nova oportunidade na cidade.

Palacio de Justicia de La Nación

Palacio de Justicia de La Nación

A essa altura, entramos na calle Viamonte e seguimos por trás do Teatro Colón até a Plaza Lavalle. No entorno do local encontram-se o Palacio de Justicia de La Nación, o Mirador Massue e o Teatro Nacional Cervantes. Mais fotos e seguimos pela calle Tucumán de volta à Av. 9 de Julio.

Chegamos até a Plaza de La República, localizada no cruzamento com a Avenida Corrientes. O Obelisco tem aproximadamente 70 metros de altura e foi erguido em comemoração aos 400 anos da fundação da cidade. Mais fotos.

Obelisco

Obelisco

Seguimos em direção à Avenida de Mayo e entramos nela em direção à Plaza de Mayo. Foi nesse momento que a viagem compensou aos olhos da Paty, pois conhecemos o Café Tortoni. Não pegamos fila e estava na hora do almoço. Entramos, pedimos o almoço e duas cervejas para acompanhar. Se você é vegetariano, então é uma pessoa que não aproveitará BsAs em sua totalidade. Enquanto não chegava o nosso pedido, circulamos pelo local e tiramos fotos. Muito legal o ambiente e não achamos tão caro. Vale um post específico nesse blog.

Café Tortoni

Café Tortoni

Devidamente almoçados pedimos um café, pois seria uma heresia sair de lá sem fazê-lo. Recomendado! Aproveitamos e já reservamos lugares para o show de tango à noite. A Paty comprou de lembrança duas canecas que até hoje não vi serem utilizadas. Ela ficou em êxtase com o lugar e considera o ponto alto da nossa viagem junto com o nosso retorno ao local ainda no mesmo dia. O valor do almoço,café e duas entradas para o tango custaram Ar$150,00. As duas canecas saíram por Ar$48,00.

Entramos na calle Perú e seguimos até Av. Presidente Julio A. Roca, onde fica um monumento em homenagem ao presidente argentino que dá nome à via, e o Palacio de La Legislatura. De volta à Av. de Mayo passamos pela Casa de La Cultura, também conhecida como La Prensa.

Finalmente chegamos à Plaza de Mayo. Em frente à Catedral Metropolitana estava ocorrendo um evento religioso, o que nos impossibilitou de conhecer o seu interior e o túmulo do General San Martin. Próximo dali também estão o Cabildo de Buenos Aires, Palacio de Hacienda e o Banco de La Nación Argentina. No centro da praça encontra-se a Pirámide de Mayo, seu principal monumento.

Logo em frente localiza-se a Casa Rosada, sede do governo argentino. Ao chegarmos lá, um grupo de visitantes estava começando um passeio pelo interior do local. Não perdemos a oportunidade e entramos também. É um passeio bem interessante, onde o guia conta a história e curiosidades desse belo lugar. Mais uma vez, recomendado!

Casa Rosada

Casa Rosada

Já um pouco cansado de tanto caminhar, resolvemos ir até a Manzana de Las Luces seguindo pela calle Bolívar até a calle Moreno. O lugar não nos agradou muito, então resolvemos encerrar essa etapa do passeio ao pegar um táxi de volta ao hotel.

O taxista era muito gente boa, seguiu o trajeto todo contando suas histórias e técnicas para descobrir quem são brasileiros. Basicamente se você está em Buenos Aires e está bem vestido, então é brasileiro. Inclusive apontou a minha jaqueta como exemplo de qualidade superior das vestimentas utilizadas por nós. O detalhe é que ela é de marca genérica e havia sido comprada no Uruguai a um preço ridículo quando a Paty foi ao Chuí a trabalho. A corrida custou Ar$9,00.

O restante do relato do dia continua no próximo post!

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